Estresses abióticos: desafios certeiros e como encará-los - Comnagro

Estresses abióticos: desafios certeiros e como encará-los

Se existe algo que podemos afirmar sobre a vida das plantas é que passarão por algum tipo de estresse durante seu ciclo. Estresse pode ser definido como qualquer condição ambiental que impeças as plantas de atingir o máximo de seu potencial genético podendo citar alguns exemplos como: seca, excesso de chuva, ventos fortes, salinidade, entre muitos outros a depender de qual cultura se trata e onde está localizada.

Para que fosse possível sua existência e propagação na natureza as plantas dispõe de dois mecanismos:
– O metabolismo primário que através da fotossíntese e respiração, é responsável por conferir as plantas a energia que necessitam para realizar todas as suas as funções fisiológicas principalmente em forma de ATP e;
– O metabolismo secundário que irá gerar substâncias denominadas metabólitos secundários (como os alcaloides e terpenos) que podem ser diferentes para cada planta, de acordo com sua localização, arquitetura e classificação para que auxiliem em funções mais específicas como mecanismos de defesa e proteção contra raios UV

Assim é possível notar que as plantas possuem mecanismos únicos e complexos para tolerar os estresses abióticos.

Influências do estresse no desenvolvimento das plantas

Quando nós seres humanos passamos por alguma situação de estresse, nosso organismo entra em alerta e sinais são enviados rapidamente ao nosso cérebro pra agirmos de maneira a nos defendermos. O mesmo ocorre com as plantas que em alguns casos possuem um ciclo de vida mais curto e seu metabolismo acaba reagindo sempre para que possam chegar em seu maior objetivo: a propagação de sua espécie.

Alguns são os exemplos de consequências para as plantas que sofrem algum tipo de estresse: redução do crescimento, alteração da expressão genica, diminuição da síntese de enzimas importantes, redução no consumo de água, respiração alternada, entre outros.

Estes efeitos podem variar de acordo com cada planta de que se trata, porém existe um efeito comum que seria a produção de substâncias chamadas EROs: Espécies Reativas de Oxigênio.

O sistema de defesa antioxidante tem a função de inibir ou reduzir os danos causados pela ação dos radicais livres. Esse sistema, usualmente, é dividido em enzimático e não-enzimático. No último caso, é constituído por grande variedade de substâncias antioxidantes.

Estes radicais livres serão responsáveis pelo envelhecimento precoce das plantas induzindo a produção de altas concentrações de etileno (hormônio do amadurecimento e abscisão foliar), por exemplo, adiantando processos e interferindo diretamente na capacidade produtiva das culturas.

Como podemos ajudar as plantas a vencer estes desafios?

Graças ao avanço dos estudos e constante desenvolvimento da tecnologia existem ferramentas que podem auxiliar os produtores a minimizar o efeito destes estresses sobre as plantas.

Os aminoácidos são substâncias orgânicas que possuem alta capacidade osmoprotetora, que significa dizer que o aporte dessas moléculas as plantas farão com que tenham seu fluxo de água e nutrientes regulados mesmo em situações mais extremas como seca ou excesso de chuvas.

O Triamin Plus da Comnagro possui em sua formulação de alta tecnologia, alta concentração de aminoácidos livres e micronutrientes que juntos irão colaborar diretamente para um metabolismo e fotossíntese mais eficientes durante todo o ciclo.

Entre em contato conosco para saber mais detalhes e juntos colaborarmos com uma agricultura sustentável e próspera.

Mayumi Albolea

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